Este é um espaço para todos os que defendem a igualdade de oportunidades e o fim de todas as barreiras físicas e atitudinais que roubam a dignidade das pessoas com deficiência. Venha compartilhar experiências, para usá-las como ferramentas que promovem a inclusão. "Nada sobre nós, sem nós"
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Plataforma online do Atlas Brasil 2013 facilita compreensão do desenvolvimento humano no país
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Acessibilidade salvaria vidas na Boate Kiss de Santa Maria-RS
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
sábado, 22 de setembro de 2012
Acessibilidade e cidadania, no Seminário do TCU em Brasília - Palestra de Roberto Wanderley

quarta-feira, 13 de junho de 2012
Câmara dos Deputados realizada Audiência Pública sobre Acessibilidade nas Eleições
Integrarão a mesa dos trabalhos, o Tribunal Superior do Trabalho, o Ministério Público Federal, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e como representante da sociedade civil o Vice-Presidente da Associação Brasileira de Portadores da Síndrome de Talidomida, Flávio Scavasin.
Trata-se de proposta de sensibilização de toda a sociedade brasileira, com vista à construção e consolidação de uma cultura de respeito aos direitos humanos, principalmente no que se refere aos direitos políticos e ao exercício da cidadania pelas pessoas com deficiência, nos termos do artigo 29 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU).
Cônscios de que somente num ambiente acessível, e concebido em consideração aos conceitos de desenho universal – ou seja, que não oponha obstáculos e barreiras – é que as pessoas com deficiência poderão exercer esses direitos, a Deputada Rosinha da Adefal propôs-se essa audiência pública, que pretende proporcionar ambiente em que se promova a discussão da problemática da acessibilidade nas eleições (zonas e seções eleitorais), bem como os obstáculos que se opõem à candidatura de pessoas com deficiência para mandatos.
A pessoa com deficiência tem o direito humano a uma vida pública e política plena, onde possa exercer o seu direito ao voto com segurança e autonomia, e também o seu direito a ser votado, caso possua essa vocação, em expressão a uma cidadania plena.
sábado, 21 de abril de 2012
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Governo Federal lança o Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência - Viver sem Limite
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Brazil Foundation lança edital para seleção anual de projetos
Serão oferecidos dois tipos de apoio:
Até R$ 40 mil reais, por um ano, para projetos nas áreas de Educação (Qualificação Profissional, Promoção do Acesso ao Ensino Superior, Educação Ambiental), Cultura, Saúde (Orientação Sexual e Direitos Reprodutivos, Prevenção), Cidadania (Geração de Trabalho e Renda, Fortalecimento Comunitário); Direitos Humanos (Promoção de Direitos Humanos, Assistência às vítimas de violações dos Direitos Humanos, Acesso à Justiça).
Até R$ 80 mil reais, por dois anos, para projetos de Desenvolvimento Local que apresentem estratégias de utilização de recursos locais para o desenvolvimento da comunidade.
Os projetos serão financiados com recursos captados no IX Gala Anual da BrazilFoundation, e em reconhecimento ao tema do evento, "O Ano Internacional das Florestas", serão apoiados dois projetos localizados em regiões de Floresta que trabalhem com um dos temas contemplados no Edital.
Acesse:http://www.brazilfoundation.org/portugues/o-que-fazemos/projeto2011.php para mais informações
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Site Vida Mais Livre
Idealizado pela agência Espiral Interativa, com o apoio do Instituto Mara Gabrilli, o portal Vida Mais Livre (www.vidamaislivre.com.br) nasce com a proposta de suprir a falta de sites adaptados às pessoas com deficiência.
Além de conteúdo direcionado, como reportagens especiais, dicas de entretenimento, políticas públicas e entrevistas com especialistas, o portal favorece a troca de informações e experiências entre familiares, amigos e profissionais interessados em se aprofundar em temas pertinentes a este público.
Segundo o IBGE (Censo de 2000), só no Brasil são cerca de 27 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, ou seja, 14,5% da população brasileira, que enfrentam uma série de limitações para navegar e se comunicar com outras pessoas pela Internet. Isso acontece principalmente porque a maioria dos sites não é construída utilizando as recomendações para acessibilidade do W3C (comunidade internacional que determina padrões para Web).
O Vida Mais Livre permite, por exemplo, que as pessoas com deficiência visual ouçam as reportagens, com a ajuda de tecnologias assistivas como os leitores de tela, bem como os que possuem deficiência auditiva leiam as transcrições dos conteúdos em áudio e vídeo, além de fornecer recursos de zoom de tipografia, navegação por meio do teclado e contraste de cores para daltônicos e pessoas com dificuldade de leitura.
O projeto surgiu a partir de um desejo da equipe da Espiral Interativa de trabalhar em uma iniciativa que trouxesse um "retorno cidadão", ou seja, que de alguma forma contribuísse para a criação de uma sociedade menos individualista e mais colaborativa, por meio da Internet, que é o business da agência.
Assim que saiu do papel, o projeto foi apresentado à Mara Gabrilli que, por meio do Instituto Mara Gabrilli - uma organização sem fins lucrativos que desenvolve e executa projetos que contribuam para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência -, decidiu apoiá-lo exatamente por entender seu importante papel como ferramenta de inclusão digital e social deste público.
Além da parceria com o Instituto, o Vida Mais Livre conta ainda com o apoio institucional da Alcatel-Lucent, da I-Social e do Centro Cultural São Paulo. O patrocinador oficial do portal é a BB Seguros/Aliança do Brasil.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Jardim Sensorial poderá ser implantado em praça pública de Rio Grande (RS)
Projeto de lei foi aprovado pela Câmara Municipal no início de outubro. Agora, será examinado pelo Executivo.
Publicada em 08 de outubro de 2010 - 17:45

, a vereadora, Luciane Compiani (PMDB), teve aprovada na segunda-feira, 4, pela Câmara Municipal, a indicação nº 243/2010, que será encaminhada ao Executivo Municipal para atendimento. A proposta visa promover atividades para beneficiar as pessoas com deficiência que precisam de relaxamento e contato com a natureza para estimular o corpo e os sentidos.quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Morar com dignidade, viver com acessibilidade - Luiz Baggio Neto
O caminho que trilhamos em direção às soluções afirmativas dos direitos das pessoas com deficiência em São Paulo tem se alargado gradativamente, mas ainda não chega até as paisagens áridas e desprovidas de cor do cenário urbano.
A incorporação pelo Brasil, como emenda constitucional, da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pela ONU, colocou em pauta a responsabilidade do Estado de garantir aos vinte e cinco milhões de brasileiros com deficiência direitos fundamentais à educação, à saúde, ao transporte, à livre circulação sem barreiras e, entre outros mais, a viver em suas casas com autonomia e independência.
Parte das afirmações dos direitos presentes na Convenção já tem respaldo legal e políticas públicas relativamente garantidas. No caso particular da acessibilidade, o Decreto Federal 5.296, de 2004, trouxe referências mais seguras para a implantação de diretrizes para a eliminação de barreiras arquitetônicas em concordância com as Normas Técnicas NBR 9050 da ABNT. As edificações públicas e de uso público, assim como os serviços prestados às pessoas com deficiência, estão condicionados a medidas de acessibilidade total. Bancos, hotéis, restaurantes, teatros e escolas não podem funcionar sem que haja acessibilidade.
A habitação, por outro lado, ainda não é concebida para atender as necessidades do morador com deficiência ou redução na mobilidade. Morar sempre se torna um “adaptar-se às condições”, não raro com reformas demoradas e custosas, cujo preço maior é o indivíduo não se reconhecer em sua própria casa. De fato, a indústria da construção civil ainda não adotou como princípio a acessibilidade nas matrizes dos projetos habitacionais, mesmo que a adote obrigatoriamente quando projeta novas edificações de uso público.
Proporcionar meios de livre circulação e condições de orientar-se para os moradores de um edifício ou de um conjunto de residências, já deve ser entendido não mais como uma concessão, mas como o atendimento de uma exigência de usabilidade e de respeito humano às pessoas que necessitam desses recursos para viverem da forma digna que todos desejam. Não vivemos mais um mundo onde uns merecem o respeito e outros a indiferença e a discriminação. Quem pensa desse modo, mesmo disfarçadamente, atrasa o país e prejudica a todos.
O Estado tem como função estabelecer as condições necessárias e suficientes para que a sociedade se desenvolva de maneira constante e harmoniosa. Por isso, sua ação deve interferir profundamente nas questões que acentuam as desigualdades e injustiças. A habitação acessível para todos é uma dessas urgências que exigem uma atitude verdadeiramente comprometida com a justiça social, uma ação exemplar, que estabeleça um novo parâmetro para se morar e construir no público e no privado.
Com o Decreto Estadual Nº 53.485/2008, que introduz o conceito do Desenho Universal em todas as construções das habitações de interesse social, projetou-se um novo horizonte para a acessibilidade. Essa medida indica um verdadeiro avanço em duas frentes da cidadania: contemplar as pessoas com deficiência na acessibilidade a qualquer unidade habitacional - não segregando as famílias a ocuparem, por exemplo, locais vulneráveis e com menos conforto – e reconhecendo a deficiência como uma condição, transitória ou permanente, possível de se adquirir em qualquer momento da vida, sobretudo na velhice.
Novas tipologias habitacionais serão planejadas, com área maior e detalhes que surpreenderão os mais conservadores, mas ficará evidente cada vez mais quanto o modelo praticado é injusto e insustentável.
O horizonte a nossa frente exige que prefeitos e vereadores privilegiem a cidadania, revendo as legislações dos municípios para contemplar os novos parâmetros habitacionais. Será tarefa de todos assegurar que o direito de morar seja exercido com liberdade e segurança.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Cartilha orienta sociedade a participar do processo legislativo
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Estudo do Observatório do Trabalho comprova que 53,8% das pessoas com deficiência que trabalham têm ensino médio completo ou superior
Inédito - Esse tipo de levantamento é inédito, já que há pouca divulgação dos dados da RAIS relativos às pessoas com deficiência, por parte do Ministério do Trabalho. “A alegação do Ministério é que, por ser um dado recente, ainda é preciso analisá-lo [para depois divulgar]”, explicou um dos autores do estudo, Alexandre Guerra, que discorda desta postura. “Nossa postura é que dado bom é aquele que temos na mão para que possamos construir políticas públicas”, enfatizou.
A consultora de inclusão Marta A. Gil informou aos cerca de 100 participantes do encontro sobre a Convenção da ONU (Organização das Nações Unidas), que garante às pessoas com deficiência o direito “à oportunidade de se manter com um trabalho de sua livre escolha ou aceito no mercado laboral em ambiente de trabalho que seja aberto, inclusivo e acessível a pessoas com deficiência”.
A Assistente Social, Nanci Rebelo, da Secretaria de Assistência e Promoção Social de Osasco apresentou o estudo sobre Trabalho e Educação dos Beneficiários do BPC – Benefício de Prestação Continuada (antigo LOAS).
O evento contou com apresentações culturais e o encerramento ficou por conta da cantora Giovanna Maira.
FONTE: http://www.ecidadania.org.br
sábado, 14 de novembro de 2009
Unesco e Oboré lançam cartilha Direitos Humanos na Mídia Comunitária
A iniciativa traz informações práticas e sugestões de temas a serem usadas em rádios, páginas eletrônicas, reuniões comunitárias, escolares, paroquiais, sindicais etc., lembrando que reconhecer esses direitos é o primeiro passo para a promoção da cidadania, da ética, do respeito e de atitudes de não-violência. Os spots complementam e ilustram os conteúdos abordados na cartilha, com informações de utilidade pública que podem ser utilizadas livremente por comunicadores populares interessados.
O endereço para baixar a cartilha é www.brasilia.unesco.org/areas/ci/Cartilha-DH-radio-comunitaria-2009l; e o link para para baixar os spots é www.brasilia.unesco.org/areas/ci/spots.
