Este é um espaço para todos os que defendem a igualdade de oportunidades e o fim de todas as barreiras físicas e atitudinais que roubam a dignidade das pessoas com deficiência. Venha compartilhar experiências, para usá-las como ferramentas que promovem a inclusão. "Nada sobre nós, sem nós"
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Plataforma online do Atlas Brasil 2013 facilita compreensão do desenvolvimento humano no país
segunda-feira, 25 de março de 2013
Fundação Itaú Social lança publicação sobre avaliação econômica de projetos sociais
A Fundação Itaú Social lança uma publicação que apresenta métodos básicos e sofisticados para avaliação de impacto e retorno econômico junto aos mais diversos públicos, que vem se mostrando útil para aprimorar e reorientar políticas públicas e investimentos sociais privados.
A obra também aborda como calcular o retorno econômico para a sociedade de um projeto ou política pública e reúne artigos de especialistas renomados no setor. A organização do livro é do coordenador do Centro de Politicas Públicas do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e PhD em Economia pela University College London, Naercio Menezes Filho.
A iniciativa faz parte do programa "Avaliação Econômica de Projetos Sociais", criado pela Fundação Itaú Social em parceria com a Área de Controles de Riscos e Financeiro do banco Itaú em 2004. O programa surgiu com o objetivo de trazer as competências da área econômica do banco para o campo social.
Os internautas interessados em acessar a publicação na íntegra podem visualizá-la no sítio da Fundação Itaú Social
FONTE: RETS
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
2013 declarado Ano Ibero-americano para inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho
FONTE: Secretaria Estadual da Pessoa com Deficiência de São Paulo
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Defensoria Pública de SP lança cartilha dos direitos das Pessoas com autismo
Baixe a cartilha através de:
http://www.assistiva.org.
Fonte: Portal Nacional de Tecnologia Assistiva
terça-feira, 26 de abril de 2011
Cartilha ensina "Como Criar o Conselho Municipal"
O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) publica nesta semana a cartilha "Como Criar um Conselho Municipal", cujo objetivo é oferecer dicas, sugestões e outros subsídios para as cidades brasileiras criarem seus respectivos Conselhos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional.
A cartilha mostra o passo a passo de como criar o conselho municipal, explica como um conselho funciona, sugere um tipo de formato e ainda traz uma minuta de lei de criação.
O material não foi impresso, só está disponível na Internet, no endereço eletrônico do Consea (www.planalto.gov.br/consea), para que os interessados tenham acesso e, se for o caso, reproduzam livremente.
O Consea quer incentivar a criação de conselhos. A existência de conselhos municipais é fundamental para a construção do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).
Para ter acesso e imprimir a cartilha, clique aqui.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Saúde: Conheça a Cartilha "Entendendo o SUS Brasil"
Quais as receitas dos Estados e Municípios?
Quem faz parte dos Conselhos de Saúde?
Como Funciona o atendimento no SUS?
Existe lei que define os recursos para a saúde?
• Em setembro de 2000, foi editada a Emenda Constitucional nº 29, que assegura a co-participação da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios no financiamento das ações e serviços de saúde pública.
• Mas ela precisa ser regulamentada por projeto de lei complementar que já está em debate no Congresso Nacional.
• A Emenda Constitucional nº 29 estabelece que os gastos da União devem ser iguais ao do ano anterior, corrigidos pela variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB).
• Os estados devem garantir 12% de suas receitas para o financiamento à saúde.
• Já os municípios precisam aplicar pelo menos 15% de suas receitas.
Entendo o SUS é uma cartilha do Ministério da Saúde que reúne informações básicas sobre O Sistema Único de Saúde. Nela se encontram respostas para as questões acima, além de várias outras informações, perguntas e respostas úteis ao cidadão/usuário.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Está disponível o "I Seminário Nacional de Saúde: Direitos Sexuais e Reprodutivos e Pessoas com Deficiência" para DOWNLOAD dentre outras publicações
Parabéns à Equipe da Area Técnica Saúde da Pessoa com Deficiência!
1) A Convenção pelos Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU) 2006
2) Manual de Legislação em Saúde da Pessoa Portadora de Deficiência
3) Política Nacional de Saúde da Pessoa Portadora de Deficiência
4) Cartilha: A Pessoa com Deficiência e o Sistema Único de Saúde (1ª edição)
5) Cartilha: A Pessoa com Deficiência e o Sistema Único de Saúde (2ª edição)
6) Folder: Direitos Sexuais e Reprodutivos da Pessoa com Deficiência (2010)
7) Folder: Saúde da Pessoa com Deficiência (2009)
8) Folder: Atenção à Saúde das Pessoas Ostomizadas (2009)
9) Folder: Pessoas com Deficiência e DST-AIDS
10) Folder: Pessoas com Deficiência e o Programa BPC na Escola (2008)
11) Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência no SUS (2010)
12) Livro: Direitos Sexuais e Reprodutivos das Pessoas com Deficiência (2009)
ou no http://portal.saude.gov.br/
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
IBEDEC lança cartilha do consumidor em BRAILE
Desta vez o IBEDEC tomou a iniciativa de imprimir a versão em Braile da Cartilha do Consumidor, de forma que os conteúdos de interesse dos consumidores possam ser assimilados por esta parcela importante da população.
Segundo José Geraldo Tardin, presidente do IBEDEC, “a reivindicação partiu de diversos movimentos de defesa dos direitos dos deficientes visuais e é um projeto pioneiro entre os institutos de defesa do consumidor”.
O IBEDEC já havia convertido e disponibilizado no site, a versão em aúdio da Cartilha do Consumidor – 2ª Edição, e o projeto se estenderá aos demais exemplares da série.
“Nesta versão em Braile, o consumidor tem a lei que instituiu o Código de Defesa do Consumidor traduzida para uma linguagem mais acessível à população, ou seja, o IBEDEC comenta cada uma dos artigos do CDC e dá exemplos dos direitos assegurados por esta moderna legislação”, comentou Tardin.
Com esta iniciativa, o IBEDEC cumpre uma das missões de seu estatuto, de levar a informação sobre os Direitos do Consumidor à um número cada vez maior de pessoas.
Devido ao alto custo de impressão de cada exemplar (cerca de R$ 500,00), o IBEDEC imprimiu apenas alguns exemplares e fará a doação deles à Bibliotecas escolhidas pelos associados, entre elas a Biblioteca Nacional de Brasília, Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, Biblioteca do Senado e do Supremo Tribunal Federal, onde poderão ser consultadas pelo público em geral.
O lançamento da cartilha será na segunda-feira, dia 13 de setembro de 2010 às 9:30 horas na Biblioteca Braille Dorina Nowill, localizada em Taguatinga (DF). A biblioteca foi escolhida porque é pública – única especializada no Distrito Federal - e tem obras voltadas para o atendimento a pessoas cegas. Há tanto livros em Braille, quanto obras gravadas em fitas e CDs, em um acerco com mais de 3000 publicações. A biblioteca é mantida pela Fundação Dorina Nowil (www.fundacaodorina.org.br), foi inaugurada em maio de 1995 e também promove cursos de leitura em braille e outras atividades culturais direcionada para o público cego.
A versão em áudio da Cartilha do Consumidor – 2ª Edição já está disponível no site do IBEDEC – www.ibedec.org.br e pode ser acessado por qualquer pessoa.
Empresas ou pessoas interessadas em patrocinar mais exemplares poderão entrar em contato com o IBEDEC através do e. mail consumidor@ibedec.org.br para obter os originais da cartilha.
Maiores Informações pelo fone (61) 3345-2492 e 9994-0518 com José Geraldo Tardin.
Endereço da Biblioteca Dorina Nowill:
CNB 1, AE 1 - Taguatinga Norte
Taguatinga (DF) CEP: 72115-015
Telefone (61) 3561-4909
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Cartilha orienta sociedade a participar do processo legislativo
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Fundação Banco do Brasil lança cartilha sobre acessibilidade em estações digitais
As estações digitais fazem parte do programa de inclusão digital da fundação e são implantadas nas comunidades que não têm acesso a essas tecnologias, em parceria com organizações do terceiro setor.
A inclusão de pessoas com deficiência foi, durante anos, uma preocupação restrita aos profissionais da área de educação com práticas pedagógicas direcionadas para o atendimento diferenciado. Nishi ressalta que, numa sociedade inclusiva, é importante que espaços públicos como bancos, hospitais, escolas e também as estações digitais tenham estrutura física, pessoal capacitado e programas de computadores e aplicativos adequados para atendimento desse público com deficiência física, visual ou auditiva.
A cartilha está disponível para download no endereço: http://bit.ly/fbb-acessibilidade.
FONTE: RETS
terça-feira, 8 de junho de 2010
Processos de empregabilidade de pessoas com deficiência
- Barreiras na pessoa com deficiência: constituem este grupo debarreiras a baixa escolaridade, a baixa qualificação profissional, a precária tecnologia assistiva a que a pessoa com deficiência pode ter acessoe as atitudes negativas que a própria pessoa com deficiência pode apresentar sobre si mesma, as outras pessoas, a sociedade etc. A solução para estas barreiras está na sensibilização, conscientização e informação.
- Barreiras nos empregadores e colegas de trabalho: constituem estasbarreiras as noções preconceituosas, estigmatizadas e estereotipadas, as atitudes discriminatórias, a desinformação e a falta de informação. A solução para estas barreiras também está na sensibilização, conscientização e informação.
- Barreiras na comunidade: entre estasbarreiras encontram-seo transporte coletivo inacessível e os obstáculos existentes nas edificações e no espaço urbano. A solução está na aplicação das normas de acessibilidade aos projetos de futuros veículos, edifícios e espaços urbanos.
- Barreiras nas empresas: constituem barreiras nas empresaso ambiente físico, as metodologias e os instrumentos, cuja solução está nas adaptações.
- Acessibilidade arquitetônica: sem barreiras ambientais físicas, no interior e no entorno dos escritórios e fábricas e nos meios de transporte coletivo utilizados pelas empresas para seus funcionários.
- Acessibilidade comunicacional: sem barreiras na comunicação interpessoal (face-a-face, língua de sinais, linguagem corporal, linguagem gestual etc.), na comunicação escrita (jornal, revista, livro, carta, apostila etc., incluindo textos em braile, textos com letras ampliadas para quem tem baixa visão, notebook e outras tecnologias assistivas para comunicar) e na comunicação virtual (acessibilidade digital).
- Acessibilidade metodológica: sem barreiras nos métodos e técnicas de trabalho (métodos e técnicas de treinamento e desenvolvimento de recursos humanos, execução de tarefas, ergonomia, novo conceito de fluxograma, empoderamento etc.).
- Acessibilidade instrumental: sem barreiras nos instrumentos e utensílios de trabalho (ferramentas, máquinas, equipamentos, lápis, caneta, teclado de computador etc.).
- Acessibilidade programática: sem barreiras invisíveis embutidas em políticas (leis, decretos, portarias, resoluções, ordens de serviço, regulamentos etc.).
- Acessibilidade atitudinal: sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações, como resultado de programas e práticas de sensibilização e de conscientização dos trabalhadores em geral e da convivência na diversidade humana nos locais de trabalho.
FONTE: Revista Nacional de Tecnologia Assistiva
sábado, 9 de janeiro de 2010
O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida firmaram parceria de cooperação técnica
06/01/2001
O acordo prevê a divulgação de material didático de apoio, elaborado pela Secretaria, constante de livros e documentos sobre normas técnicas, legislação e orientação pedagógica. Será também estabelecido um curso para oferecer fundamentação teórica e prática à operacionalização de políticas públicas na área.
"O setor imobiliário já incorporou a acessibilidade em seus projetos, mas é sempre importante divulgar, reciclar, orientar, até mesmo tendo em vista empreendimentos já existentes. Nosso objetivo é tornar os conceitos relacionados à acessibilidade amplamente difundidos, para que tenhamos, no médio prazo, grande parte dos edifícios, tanto os novos quanto os existentes, pelo menos visitáveis por deficientes", explica o vice-presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes. (Agência Envolverde)
FONTE: (Agência Envolverde)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Escola de Saúde Pública lança cartilha de saúde mental
A diretora geral da ESP-MG, Tammy Claret Monteiro, ressalta a importância da cartilha, que tem o objetivo de ser um dicionário mineiro, “falar da importância deste material, é falar da importância de ser uma escola do serviço, para o serviço, que passa a ser protagonista também fora da sala de aula e que respeita os vários espaços do saber”. A Escola foi a facilitadora na construção da cartilha.
A coordenadora de saúde mental da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Marta Elizabeth de Souza, defende a iniciativa. “O objetivo é levar para o interior a conversa sobre saúde mental e trazer esse usuário para a discussão, além de uni-los aos conselhos de saúde”, propõe. A publicação, escrita por usuários e para usuários, traz, de maneira leve, o significado de termos inseridos no âmbito da saúde mental, como “hospitais psiquiátricos”, “reforma psiquiátrica”, “serviços substitutivos”, entre outros.
Este ano, durante a abertura do Seminário Saúde Mental: os desafios da formação, a ESP-MG lançou seu “2º Caderno Saúde Mental - Universidade e Reforma Psiquiátrica: Interrogando a distância”. Outra iniciativa foi a criação do Espaço Virtual Saúde Mental, destinado à promoção de debates, divulgação de notícias, disponibilização de material e outras atividades na perspectiva da reforma psiquiátrica.
FONTE: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/component/controlemultimidia/noticia?id=29903%3Aescola-de-saude-publica-lanca-cartilha-de-saude-mental-
sábado, 14 de novembro de 2009
Unesco e Oboré lançam cartilha Direitos Humanos na Mídia Comunitária
A iniciativa traz informações práticas e sugestões de temas a serem usadas em rádios, páginas eletrônicas, reuniões comunitárias, escolares, paroquiais, sindicais etc., lembrando que reconhecer esses direitos é o primeiro passo para a promoção da cidadania, da ética, do respeito e de atitudes de não-violência. Os spots complementam e ilustram os conteúdos abordados na cartilha, com informações de utilidade pública que podem ser utilizadas livremente por comunicadores populares interessados.
O endereço para baixar a cartilha é www.brasilia.unesco.org/areas/ci/Cartilha-DH-radio-comunitaria-2009l; e o link para para baixar os spots é www.brasilia.unesco.org/areas/ci/spots.
