Este é um espaço para todos os que defendem a igualdade de oportunidades e o fim de todas as barreiras físicas e atitudinais que roubam a dignidade das pessoas com deficiência. Venha compartilhar experiências, para usá-las como ferramentas que promovem a inclusão. "Nada sobre nós, sem nós"
terça-feira, 19 de junho de 2012
Audiência abordará papel das ONGs na políticas públicas dia 20/06 as 14:30h na ALMG
quarta-feira, 7 de março de 2012
Workshop “Metodologia de Avaliação do Impacto dos Projetos Sociais”
A Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado - FUNDAMIG - e a Fundação Dom Cabral - FDC - realizarão, no próximo dia 23 de março, em Belo Horizonte, o workshop “Metodologia de Avaliação do Impacto dos Projetos Sociais”, que proporcionará a gestores das organizações participantes, além de um melhor entendimento sobre os impactos de projetos sociais e os métodos de avaliação destes, uma ótima oportunidade de conhecerem o Programa de Parceria com Organizações Sociais - POS.
Dia: 23 de março
Horário: de 9h às 12h
Público-alvo: Exclusivo para Gestores de Organizações Sociais
Ministrante: Professora Maria Cecília Prates Rodrigues, professora convidada da FDC, doutora em administração pela Fundação Getúlio Vargas, graduada e mestra em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Local: Teatro Ney Soares - Rua Diamantina, 463, Lagoinha, Belo Horizonte / MG
Inscrições: (31) 3274-6522 e fundamig@fundamig.org.br
Entrada Gratuita (últimas vagas - limitadas a dois gestores por organização)
terça-feira, 26 de julho de 2011
1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social
A Conferência Nacional acontecerá entre os dias 18 a 20 de maio de 2012 e deverá ser precedida das conferências municipais e estaduais.
O Decreto Estadual 45612/2011 convocou a Conferência de Minas Gerais para os dias 14 e 15 de março de 2012, estabelecendo seus objetivos e definindo a Controladoria Geral do Estado - CGE como responsável por sua organização.
Cientes da importância deste Fórum, A Controladoria Geral da União Regional Minas (CGU), o Instituto Ethos e o Movimento Nossa BH, com o apoio da Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizarão o I Encontro da CONSOCIAL em Belo Horizonte, com o objetivo de apresentar o tema para a sociedade civil organizada.
É imprescindível que todos os conselhos, movimentos e entidades que lutam pela transparência da gestão das políticas públicas acompanhem esse processo para que, de fato, possa-se avançar no aprimoramento do controle social e da democracia participativa.
O papel de cada Conselho de Política Pública e demais instâncias de controle social é de suma importância neste processo. Muitas das propostas e diretrizes construídas nas etapas preparatórias serão oferecidas ao Poder Público local para que sejam adotadas no desenvolvimento de ações para o incremento das políticas de transparência e controle social em cada região.
Portanto, a 1ª Consocial não é apenas um fórum de discussões de âmbito nacional ou de interesse exclusivo do Governo Federal.
A apresentação sobre a Consocial será realizada no dia 04 de agosto de 2011 às 14:30 horas no auditório da CGU, localizado na Rua Timbiras nº 1778 (quase esquina com Espírito Santo e Álvares Cabral) em Belo Horizonte.
Saiba mais consultando o site www.cgu.gov.br/consocial
ou pelo email cons-consocial@cgu.gov.br.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Fundação Itaú Social oferece curso gratuito de avaliação econômica de projetos sociais
LOCAL: Rua Bernardo Guimarães, 3071 – Santo Agostinho - Belo Horizonte
Inscrições até 21 de março
Apoio: Fundação Dom Cabral
Saiba mais: www.fundacaoitausocial.org.br
terça-feira, 14 de junho de 2011
Encontro debate alianças intersetoriais
O Encontro Nacional do Terceiro Setor de Minas Gerais, em sua VII Edição, traz para os gestores e colaboradores novidades em tecnologias de gestão e palestras que busquem exemplificar o grande alcance das parcerias entre governo, mercado, associações e fundações. Nesta edição o evento sediará também o I Encontro Nacional de Direito do Terceiro Setor.
Realizado em parcerias entre o Ministério Público Estadual - através do Centro de Apoio Operacional ao Terceiro Setor (CAO-TS), o Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais (CeMAIS) e a Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado (Fundamig), o 7º Encontro Nacional do Terceiro Setor tem por objetivo central divulgar e estabelecer discussões a respeito da gestão administrativa e jurídica das entidades que compõe o terceiro setor, com foco nas parcerias entre as mesmas e os demais setores.
Mais informações pelo site www.cemais.org.br/terceirosetor
sábado, 7 de maio de 2011
FGR em Revista 2011 abre inscrições para envio de artigos
A Fundação Guimarães Rosa (FGR) no intuito de ampliar o intercâmbio de informações entre as organizações e interessados no Terceiro Setor instituiu o periódico FGR em Revista, lançado em 2003, com o ISSN 1884-8846.
A FGR em Revista, publicada anualmente pela Fundação Guimarães Rosa, com a missão de contribuir para o entendimento do Terceiro Setor mediante divulgação de trabalhos de Pesquisa, Análises Teóricas, Documentos, Casos de Ensino, Notas e Resenhas Bibliográficas, bem como textos que possam subsidiar as atividades acadêmicas e a ação em organizações públicas e privadas, com ou sem fins lucrativos.
O projeto editorial da FGR em Revista contribui para o intercâmbio de pesquisadores e para a difusão da pesquisa do Terceiro Setor. O público-alvo é constituído principalmente por profissionais e pesquisadores da academia brasileira e, paralelamente, gestores do Primeiro, Segundo e do Terceiro Setores interessados em diálogo e inovação.
Na FGR em Revista de 2011, as Editorias contemplarão, dentro do Terceiro Setor, as temáticas relacionadas à Educação, Sustentabilidade, Preservação ecológica, Segurança Pública, Cultura e, ainda, Tema Livre.
Para 2011, a FGR inovou e lançou Edital para receber artigos dentro dessas temáticas. As normas para envio dos artigos estão disponíveis no site da FGR: www.fgr.org.br e as inscrições podem ser feitas até 1º de junho de 2011, pelo e-mail bibliotecafgr@fgr.org.br.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Curso de Extensão em Terceiro setor
- Mestre em Propriedade Intelectual e Inovação pelo INPI
- Pós-graduado em Direito de Empresa pelo CAD/Universidade Gama Filho – RJ
- Membro da Comissão de Terceiro Setor da OAB/MG
- Membro da Comissão de Concorrência e Regulação Econômica da OAB/MG.
- Professor universitário.
- Palestrante, autor de livros e artigos publicados nas áreas de Propriedade Intelectual,
Terceiro Setor e Direito Econômico.
- Advogado.
Aspectos Jurídicos do Terceiro Setor
- Estudo da legislação pertinente à criação e manutenção de uma entidade do Terceiro Setor, destacando suas espécies.
Títulos e Parceiras Para o Terceiro Setor
- Estudo dos títulos e modelos de parceria aplicáveis ao Terceiro Setor, destacando os ganhos de eficiência que podem ser obtidos pelos mesmos.
Gestão Tributária do Terceiro Setor
- Estudo da legislação tributária pertinente ao Terceiro Setor, inclusive com as imunidades e isenções cabíveis e seus requisitos, bem como as irregularidades mais comuns.
Propriedade Intelectual aplicada ao Terceiro Setor
- Estudo de ferramentas de proteção aos ativos intelectuais criados pelas entidades do Terceiro Setor.
Advogado - OAB/MG 100.755
Dolabella Advocacia e Consultoria
Telefax: (31) 3245-1753
www.dolabella.com.br
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Acontece a reunião "Movimento pelo Terceiro Setor" em dezembro.
As ações jurídicas indicadas nas reuniões anteriores como ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade) e um mandado de segurança, estão conquistando importantes parcerias para se tornarem viáveis ao movimento.
Dr. Renato Dolabella, advogado, especialista no Terceiro Setor e representante da OAB, sinalizou com a possibilidade de apoio da Ordem para o ajuizamento da ADIN. Também será constituído um comitê articulado pelo Dr. Daniel Monteiro de Andrade, assessor jurídico da Fundação Felice Rosso, para viabilizar um mandado de segurança.
Para ir além das questões da inconstitucionalidade da lei e buscar um posicionamento mais forte para todo o terceiro setor, o movimento será composto por três eixos: jurídico, político e mobilização social. Leia a ata.
A próxima reunião será no dia 14 de dezembro, às 11 horas, no auditório da FUNDAMIG – Rua dos Goitacazes, 71, conj. 813, Centro de Belo Horizonte.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Pela participação no Fórum Social Mundial
Estou enviando esse e-mail com o objetivo de ínformá-los do processo em curso de construção do Fórum Social Mundial, que ocorrerá em Dacar (Senegal) de 6 a 11 de fevereiro de 2011. Quero ainda incentivar e dialogar sobre o interesse dos movimentos de pessoas com deficiência em participar deste processo e deste encontro mundial da sociedade civil organizada, voltados para implementação de um outro mundo, baseado na justiça social e na sustentabilidade ambiental.
O Fórum Social Mundial (FSM) é o maior encontro dos movimentos e organizações da sociedade civil planetária. Lançado no Brasil em 2001, em Porto Alegre, em oposição ao Fórum Econômico de Davos, o FSM conseguiu deixar sua marca e convencer a humanidade que "Um outro mundo é possível!" e até em muitos aspectos já começou, à iniciativa dos movimentos sociais... A última edição do FSM também ocorreu no Brasil, em 2009 em Belém. Certas edições, como em Porto Alegre, tiveram uma maior participação de pessoas com deficiência, mas as condições de acessibilidade muitas vezes deixaram a desejar e dificultaram esse envolvimento. A próxima edição, em Dakar, está colocando a acessibilidade como um elemento importante na construção do evento. Devo ressaltar que entrei no Comitê internacional do FSM este ano, como representante da ABONG (Associação brasileira de ONGs) e levei essa questão da necessidade de uma maior acessibilidade. Teve uma excelente repercussão, sensibilizando tanto os membros dos diversos países quanto do comitê africano, incluindo os arquitetos a frente da organização espacial do FSM. Visitamos inclusive a universidade Cheik Anta Diop, onde acontecerá o evento, com esse olhar. Mas não devemos esquecer que o FSM é uma construção coletiva!
É nesse sentido que venho sugerir esse envolvimento das organizações de pessoas com deficiência no evento e no processo do FSM. Seria uma forma muito importante de sensibilizar os outros movimentos sociais e envolvê-los na nossa luta, assim como envolver o movimento das pessoas com deficiência nas lutas dos outros movimentos sociais, buscando convergências nessas lutas... Essa articulação e essa busca de convergência entre os diversos movimentos sociais e suas agendas e propostas constitui-se como um dos principais objetivos desta próxima edição do FSM.
Como participar então? Várias modalidades podem ser pensadas:
- Estando presente no evento, de 6 a 11 de fevereiro em Dakar. Uma presença mais ampla de redes nacionais, regionais e internacionais de pessoas com deficiência poderia fazer toda diferença!
- Organizando atividades autogestionadas sobre os temas ligas aos direitos das pessoas com deficiência (seminários, oficinas...) e até aproveitando para utilizar o espaço do Fórum para fortalecer nossas alianças assim como nossa dinâmica (como muitos movimentos estão fazendo). Encontros de movimentos de pessoas com deficiência do Oeste africano, ou ainda dos países de língua portuguesa, poderiam ser pensados...
- Fazendo já contribuições no processo de construção do evento, por meio da participação no Comitê africano, e talvez participando da próxima reunião preparatória internacional que deve ocorrer no início de novembro (data a confirmar ainda: 6 a 8 de novembro de 2010).
- Orientando a acessibilidade do evento,
- E até buscando e viabilizando recursos para efetuar essa implementação da acessibilidade... Deve ser informado que o FSM passa pelas mesmas dificuldades de sustentabilidade enfrentadas por uma grande parte das nossas organizações, de tal forma que a captação de recursos também coloca-se como desafio para organização do Fórum.
O que acham de tudo isso? Haveria interesse em pensarmos juntos e juntas estratégias de construção e de "ocupação" do Fórum Social Mundial? Na realidade, acredito que se trata de uma oportunidade sem precedente!
É isso. O que acham? Vamos pensando nestas possibilidades e montando estratégias? Me coloco a disposição para dialogar...
Deixo o site do FSM para maiores informações ( www.forumsocialmundial.org.br e www.fsm2011.org ), e coloco abaixo os grandes eixos temáticos do evento.
Abraços para todas e todos
Damien HazardCoordenador geral da ONG brasileira Vida Brasil (unidade Salvador), diretor executivo da Associação Brasileira de ONGs e membro do Comitê internacional do FSM
Os 11 eixos do FSM, que passaram por um processo de consulta até 10/09/10 (sensíveis alterações assim podem ainda surgir na versão final), são os seguintes:
1. Por uma sociedade humana fundada sobre princípios e valores comuns de dignidade, diversidade, justiça, igualdade entre todos os seres humanos, independentemente dos gêneros, culturas, idade, deficiências, crenças religiosas, condições de saúde, e pela eliminação de todas as formas de opressão e discriminação baseadas no racismo, xenofobia, sistema de castas, orientação sexual e outros.
2. Por uma justiça ambiental e por um acesso universal e sustentável da humanidade aos bens comuns, pela preservação do planeta como fonte de vida, especialmente da terra, da água, das florestas, das fontes renováveis de energia e da biodiversidade, garantindo os direitos dos povos indígenas, originários, tradicionais, autóctones e nativos sobre seus territórios, recursos, línguas, culturas, identidades e saberes.
3. Pela aplicabilidade e efetividade dos direitos humanos - econômicos, sociais, culturais, ambientais, civis e políticos - especialmente os direitos à terra, à soberania alimentar, à alimentação, à proteção social, à saúde, à educação, à habitação, ao emprego, ao trabalho decente, à comunicação, à expressão cultural e política.
4. Pela liberdade de circulação e de estabelecimento de todas e todos, mais particularmente dos migrantes e solicitantes de asilo, das pessoas vítimas de tráfico humano, dos refugiados, dos povos indígenas, originários, autóctones, tradicionais e nativos, das minorias, das pessoas sob ocupação, dos povos em situação de guerra e conflitos, e pelo respeito de seus direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais.
5. Pelo direito inalienável dos povos ao patrimônio cultural da humanidade, pela democratização dos saberes, das culturas, da comunicação e das tecnologias, valorizando os bens comuns com o fim de visibilizar os saberes subjugados, e pelo fim do conhecimento hegemônico e da privatização dos saberes e das tecnologias, e por uma mudança fundamental do sistema de direitos de propriedade intelectual.
6. Por um mundo livre dos valores e estruturas do capitalismo, da opressão patriarcal, de todas as formas de dominação por potências financeiras, das transnacionais e dos sistemas desiguais de comércio, da dominação colonial e por dívidas.
7. Pela construção de uma economia social, solidária e emancipatória, com padrões sustentáveis de produção e de consumo e um sistema de comércio justo, com suas prioridades centradas nas necessidades fundamentais dos povos e no respeito à natureza, garantindo sistemas de redistribuição global com taxas globais e sem paraísos fiscais.
8. Pela construção e ampliação de estruturas e instituições democráticas, políticas e econômicas – locais, nacionais e internacionais – com a participação dos povos nas tomadas de decisão e no controle dos assuntos públicos e dos recursos, respeitando a diversidade e a dignidade dos povos.
9. Pela construção de uma ordem mundial baseada na paz, justiça e segurança humana, no direito, ética, soberania e autodeterminação dos povos, condenando as sanções econômicas a favor de regras internacionais sobre o comércio de armas.
10. Pela valorização das histórias e lutas da África e da Diáspora e sua contribuição à humanidade, reconhecendo a violência do colonialismo.
11. Pela reflexão coletiva sobre os nossos movimentos, o processo do Fórum Social Mundial e nossas perspectivas para o futuro.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Palestras confirmadas para Seminário Nacional da Nova Lei da Filantropia
• Procurador de Justiça e coordenador do CAOTS, Dr. Tomáz de Aquino Resende dissertará sobre o tema “Atribuições do Ministério Público no velamento de Associações e suas interfaces com as novas regras da filantropia (Lei 12.101 e Decreto 7237)”;
• Gilson de Assis Dayrell, diretor da Fundamig e ex-presidente do CNAS, discursará sobre as “Aplicações práticas da Nova Lei da Filantropia e suas consequências”.
• Advogado e professor de Direito na PUC-Minas e Milton Campos, Marcelo Braga Rios irá tratar do tema “Aspectos da (não) constitucionalidade da Nova Lei da Filantropia”;
• “Perspectivas e o destino do Terceiro Setor em face da conjuntura atual” será o assunto tratado por Cássio Eduardo Rosa Resende, procurador de Justiça aposentado, ex-presidente da CEBRAF e atual presidente da Fundação Mário Penna;
• Advogado especialista em Direito Público e Empresarial, José Alfredo Borges ministrará uma palestra sobre “Aspectos relevantes sobre a Nova Lei da Filantropia”;
As inscrições realizadas até o dia 17 de setembro recebem um desconto de 10% no valor do investimento. Filiadas à FUNDAMIG pagam R$ 220,00, enquanto que para não-filiadas o valor é de R$ 290,00. Informe-se e inscreva-se pelo telefone (31) 3274-6522.
sábado, 29 de maio de 2010
Oi Futuro abre seleção para projetos de desenvolvimento de tecnologia social
O Instituto Oi Futuro está lançando o edital de seleção para o Programa Oi Novos Brasis 2010. Com apoio técnico e financeiro para projetos sociais, o programa busca viabilizar idéias inovadoras de todo país que utilizem a tecnologia da informação e comunicação para acelerar o desenvolvimento humano.
A seleção terá como foco o desenvolvimento de tecnologias sociais que possam ser reaplicadas em grupos sociais semelhantes. Os projetos inscritos devem atender a um dos seguintes campos de atuação: ações educacionais complementares ao sistema de educação formal, qualificação profissional voltada para geração de trabalho e renda e ampliação do acesso aos direitos humanos, econômicos, sociais ou ambientais. Serão valorizados critérios como criatividade, inovação, capacidade de apresentação de diagnóstico da comunidade atendida e de monitoramento do trabalho realizado.
Cada organização poderá inscrever até quatro projetos, mas apenas um deles poderá ser selecionado. O processo de seleção dos projetos sociais ainda levará em consideração os seguintes temas transversais: promoção da igualdade (social, étnica ou de gênero); sustentabilidade (econômico, social e ambiental); promoção de saúde física e mental; processos de organização comunitária; fortalecimento de redes sociais; melhoria de processos de ensino/aprendizagem; desenvolvimento de instituições do Terceiro Setor.
O edital é voltado para organizações sem fins lucrativos e devidamente legalizadas. Após a seleção dos projetos, que será realizada por um grupo de especialistas, o Oi Futuro acompanhará a implantação de cada iniciativa, auxiliando na gestão e na avaliação do impacto das atividades.
As inscrições, assim como o regulamento de participação, estão disponíveis no site http://www.oifuturo.org.br/app/webroot/oinovosbrasis2010/, até o dia 26 de julho.
FONTE: RETS
terça-feira, 11 de maio de 2010
As ONGs e a Sustentabilidade
As primeiras entidades a se autodenominarem de organizações não-governamentais no Brasil surgiram no período da Ditadura Militar e se multiplicaram nas décadas seguintes. Muitas delas contribuíram significativamente para o processo de redemocratização do país, dando sentido aos termos cidadania, educação popular, participação política e direitos humanos. Lançaram luzes sobre grandes questões de violação de direitos, e fortaleceram as vozes de múltiplos segmentos excluídos da sociedade que passaram a se expressar como sujeitos (e não mais objetos) de direitos; estimularam então a criação e estruturação de redes; introduziram tecnologias sociais e ambientais inovadoras...
O que seria, por exemplo, da Bahia e da sua dinâmica social e política, se não tivessem ocorrido ações de ONGs como a Cese no apoio a pequenos projetos, o Gapa-Ba no combate ao HIV/AIDS, o Sasop no campo da segurança alimentar, o Cria na abordagem da arte-educação, o Instituto Steve Biko, no acesso dos negros à universidade, a Vida Brasil na promoção da acessibilidade, o Cecup na articulação em torno dos direitos da criança e do adolescente, a Cipó na disseminação da educomunicação, a Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais na assessoria aos movimentos do campo ou ainda o Gamba na promoção de uma sociedade ambientalmente sustentável? Isso sem falar de numerosas entidades que, como elas, não só contribuíram para melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas, mas também têm se aliado às vozes de movimentos populares para defender a legitimidade dos direitos humanos, sociais, econômicos, culturais e ambientais de segmentos excluídos, contestando, muitas vezes, a pretendida legalidade do Estado utilizada em prol dos interesses das classes dominantes. Sem elas, sem dúvida, viveríamos numa sociedade menos justa e menos equiparada para enfrentar as desigualdades sociais...
Quase todas as organizações desse campo, voltadas para o fortalecimento da democracia e a defesa dos direitos, hoje enfrentam grandes dificuldades para se manter. Pesquisa da ABONG- Associação Brasileira de ONGs, revela que 92% das suas associadas sofreram um corte de mais de 30% do seu orçamento entre 2004 e 2008, e 42% mais de 50% de redução! Essa situação prossegue, decorrendo em parte da retirada nesta década da cooperação internacional, que exercia até então um papel preponderante no financiamento, inclusive institucional, dessas organizações. Diante da imagem de país emergente capaz de financiar suas políticas sociais, as agências internacionais de desenvolvimento deslocaram-se para outras áreas do mundo mais pobres e julgadas prioritárias. É esquecer que o Brasil é tão rico quanto pobre e desigual. E que as condições internas ainda não foram dadas para que a sociedade civil brasileira possa exercer seu papel de controle social com autonomia.
A maior lacuna é de uma legislação que possa ampliar o conceito de interesse público e regulamente o acesso aos fundos públicos com base em critérios transparentes e democráticos. A sua ausência reduz o papel das ONGs à execução de políticas governamentais, em condições extremamente restritivas: regras na administração dos financiamentos similares à da economia de mercado, burocracia e demora no repasse de recursos, ausência de apoio institucional... Favorece ainda o desvio de recursos públicos por governantes que incentivam a criação de organizações fictícias, e acaba manchando a imagem de organizações sérias e comprometidas com a transformação social.
São muitos os desafios para as ONGs brasileiras: evidenciar para sociedade que o interesse público ultrapassa o interesse governamental; para a mídia que o papel das organizações não é só social e de assistência e para o setor empresarial que responsabilidade social não é o mesmo que marketing social...
Damien Hazard, economista, coordenador da ONG Vida Brasil (unidade Salvador), e membro da direção executiva da Associação Brasileira de ONGs (ABONG)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Fundação Abrinq seleciona projetos para financiar
O Programa Nossas Crianças da Fundação Abrinq (PNC), seleciona projetos de organizações sociais para receber financiamento firmado na forma de convênio, até o dia 30 de novembro (segunda-feira).
Este processo seletivo contempla somente os municípios localizados nos Estados do Amazonas, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Piauí e Tocantins.
Podem participar da seleção, as organizações da sociedade civil que cumprirem os critérios de participação do Programa Nossas Crianças e os projetos apresentados devem ter foco nas seguintes áreas: educação; saúde; proteção especial e atendimento especialmente voltado à educação infantil, prevenção e/ou erradicação do trabalho infantil*.
Para mais informações e para baixar o roteiro de elaboração de projeto, acesse: www.fundabrinq.org.br ou ligue: 3848-4914
FONTE: GIFE
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Encontro Nacional do Terceiro Setor
Vagas limitadas. Garanta a sua participação
· Encontro Nacional do Terceiro Setor em MG chega à sua sexta edição, reúne especialistas e traz cases de sucesso que podem ser replicadas nos três setores
► Já estão abertas as inscrições para o VI Encontro Nacional do Terceiro Setor em Minas Gerais! Na programação, uma mesa de debates sobre o projeto Selo de Responsabilidade Empresarial 2010 que, neste ano, certificou 19 empresas de Minas Gerais. Idealizado no final de 2008, o Selo visa fomentar o desenvolvimento econômico das regiões Norte, de Minas, Jequitinhonha, São Mateus, Rio Doce e Mucuri, por meio de ações integradas entre os diversos setores da sociedade, estimulando a iniciativa privada a adotar posturas responsáveis de acordo com os pilares de desenvolvimento sustentável: desenvolvimento econômico; justiça social e sustentabilidade ambiental;
► Entre outras atividades serão apresentados os resultados efetivos da atuação das associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apacs) cujo método, aperfeiçoado no Estado mineiro, tem alcançado grande repercussão no Brasil e no exterior. Hoje, com cerca de 100 unidades em todo o território nacional, a metodologia Apac registra índice de reincidência criminal inferior a 5% (no sistema prisional tradicional nacional, a média é de 86%);
SERVIÇO:
Data: 30 de Novembro e 01 de Dezembro (segunda e terça-feiras)
Local: Mercure Hotel (Avenida do Contorno, 7.315 – Lourdes - BELO HORIZONTE-MG)
CATEGORIA Até 27 DE NOVEMBRO NO LOCAL DO CONGRESSO
(com disponibilidade de vagas)
Estudantes --------------------- R$ 20,00 R$ 25,00
Profissionais -------------------- R$ 40,00 R$ 50,00
Entidades do 3º Setor \
Promotores ------ Inscrição Gratuita Inscrição Gratuita
Procuradores de Justiça /
Informações e inscrições: www.projetoigs.org.br/terceirosetor ou www.cemais.org.br/terceirosetor - telefone (31) 2552-8997
Sugestões para entrevistas
- Diretor Executivo do IGS- CeMAIS, Flávio Alcoforado
- Presidente do CeMAIS e representante da FIEMG, Marisa Seoane Rio Resende
- Procurador de Justiça e Coordenador do Centro de Apoio Operacional do Terceiro Setor (CAO-TS) MP/MG, Tomáz de Aquino Resende;
OUTRAS INFORMAÇÕES:
Assessoria de Imprensa para a RMBH e o interior de MG - Política Pública Comunicação
Valéria Flores – (31) 9816-0854 (ppcvalflores@gmail.com)
Litza Mattos – (31) 9688-8658 (ppclitzamattos@gmail.com)